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Mesma educação, mas tão diferentes...

Mesma educação, mas tão diferentes...

É assim mesmo [...] Por isso é tão difícil a nossa tarefa [...] cada pai e cada mãe precisa descobrir a melhor maneira de lidar com cada filho [...] descobrir como funcionam a cabeça e o coração de cada um dos nossos filhos [...] Descobrir o que funciona com cada um [...] as regras do jogo têm que ser iguais para todos. A igualdade do tratamento é fundamental. O que muda é o caminho para se chegar a cada um. O conteúdo, ética, valores, do que vamos passar tem que ser o mesmo para todos (Zagury, 2003 pp. 221 e 212).

 

É importante aprender a educar com atualização constante, por meio de mensagens com a linguagem adequada para cada filho. A dificuldade dos pais está na maneira de transmiti-las, porque quase sempre supervalorizam a capacidade de entendimento dos filhos e, também, sua capacidade para educar; mas, ao mesmo tempo, os consideram necessitados de muita ajuda, e os mimam para isso, esquecendo-se que são seres em desenvolvimento cuja aptidão para a comunicação ideal vai sendo adquirida com todas as outras.

Não existem pessoas ou crianças iguais; cada uma tem sua genética individual, sobre a qual se desenvolverá a personalidade conforme os estímulos ambientais, e mesmo irmãos consanguíneos podem ter genéticas  diferentes e requerem estímulos diferentes, mensagens educativas adaptadas à capacitação pessoal de cada um para chegarem ao mesmo objetivo educacional. Filhos dos mesmos pais que recebem a “mesma educação” saem diferentes porque são educados com mensagens iguais, que oferecem mais ao que necessita menos e menos ao que necessita mais.

A autoestimulação precoce e continuada permite que cada criança se revele e demonstre precocemente suas tendências, capacitações e necessidades individuais em todos os aspectos; assim, os pais os avaliam em sua individualidade e lhes oferecem estímulos particularizados para chegarem aos mesmos objetivos educacionais. É nessa forma individual de se comunicar com cada filho, de se dirigir separadamente a cada um deles, que está o grande “segredo”, o mérito educativo.

Pais e filhos precisam se conhecer bem para que a linguagem usada na comunicação seja inteligível a cada um e a todos ao mesmo tempo, para facilitar a troca perfeita de valores educativos, e isso é conseguido com a autoestimulação precoce e continuada das crianças.

KLAJNER, HENRIQUE. A autoestimulação e seus reflexos na educação. São Paulo: Marco Zero, 2011.

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