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São os alunos que importam

São os alunos que importam

Alguns professores sentem-se extremamente orgulhosos de seus cargos. E dá até para entender a razão. 

Afinal, são anos e anos de pesquisas e estudos para estar ali, naquela sala de aula. Os alunos são os sortudos, que vão beber da sabedoria deles por todo o ano letivo. 

Aqueles que pensam assim estão construindo uma imensa barreira entre eles, os estudantes e o aprendizado. 

Os melhores mestres veem a si mesmos como guias. Eles compartilham o que sabem. Entendem que não são os focos principais de uma sala de aula. 

O verdadeiro mestre não pergunta “O que eu vou fazer hoje?”, mas, sim, “O que eu espero que meus alunos aprendam hoje?”. 

Se você quer que eles se arrisquem, ofereça segurança. Parece estranho, mas aprender pode ser uma atividade desconfortável. 

Os discentes têm de descobrir o que eles não sabem e jogar fora muito daquilo que eles achavam que sabiam. Crie um ambiente de segurança.

 

Bons professores fazem as perguntas

Fazer perguntas a que se responda com “certo” ou “errado” não estimula uma boa discussão em sala de aula. Procure fazer perguntas abertas: “Por que isso funciona assim?”, “Qual a razão dessa reação?”, “E se fizéssemos de outra maneira?”, etc.

 

Vulnerabilidade não compromete credibilidade

Um professor não precisa ter todas as respostas. Se você disser “não sei”, isso não significa que sua classe acreditará menos em você. Ao contrário, seus alunos vão admirá-lo ainda mais.

 

Permita que os alunos ensinem entre si

Você não é a única fonte de conhecimento disponível a seus alunos. Eles também aprendem entre si. Uma turma funciona como um triângulo de aprendizado, no qual o professor é apenas um vértice. Use essa característica a seu favor. Dê a seus alunos pequenos textos e peça-lhes que o interpretem entre si para responder a uma questão. Naturalmente, eles escutarão mais uns aos outros para encontrar a solução mais adequada.

 

Escute mais do que fala

Nascemos com duas orelhas e apenas uma boca. É para ouvirmos mais e falarmos menos. 

Ao ensinar, o que você faz é tão importante quanto o que você diz. E escutar o que seus alunos têm a dizer significa que você se importa com eles, que leva em consideração as ideias da classe. Tem mais uma coisa: lembre-se de que nem sempre seus alunos se comunicam por palavras. Fique atento aos sinais não escritos, como olhares e movimentos. 

Revista Profissão Mestre. Curitiba: Humana Editorial. Setembro/2008.

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